Pular para o conteúdo principal

Congestionamentos e Restrições de Tráfegos - Soluções Viáveis para o Transporte de Carga (Apresentado na FIESP)





Fiz este Trabalho buscando entender o tamanho e as conseqüências do congestionamento, e o contexto de sua grande parceria: as restrições de tráfego nas regiões metropolitanas  desse Brasil, país de 86,5% de pessoas vivendo nas cidades.

O foco da pesquisa é o Transporte de Cargas em regiões Urbanas de alta densidade, a comparação com a situação em outros grandes centros do mundo; e como o transporte de carga convive com a tão (mal) falada mobilidade e meio ambiente.

Mas não basta reclamar e lamentar, cabe a sociedade e aos especialistas propor soluções; e ao governo, a sociedade, os órgãos de classe e as empresas viabilizá-las.

Esse estudo, além de dados de realidade, traz algumas proposições de soluções viáveis, com destaque para o “Transporte Noturno de Cargas em Regiões Metropolitanas”. Apresento ao final, uma aplicação a um Estudo de Caso, em situação real na distribuição de Medicamentos na região Metropolitana de São Paulo

Coloco abaixo alguns slides do trabalho que apresentei no Congresso de Logística da FIESP no dia 22 de maio passado (o último slide traz os resultados), e em anexo o arquivo completo em pdf.

Espero que possa contribuir, ao menos, para uma reflexão e alguns passos efetivos em um caminho sem restrições para soluções viáveis.








Os resultados são expressivos, apesar da amostra pequena.

Traz ganhos financeiros, diminui a quantidade de caminhões, distância percorrida e assim a poluição. 

Funciona.


Obrigado e um abraço ao improvável Leitor.

Postagens mais visitadas deste blog

Warehousing: Start-up & Implementation. Por que falha e como errar menos?

Revisão do acordo do ramp-up de volumes de outbound vs. Learning Curve Um ramp-up agressivo acordado, por otimismo ou pressão, pode por todo o projeto a perder. Não há operação que comece com a produtividade máxima de projeto. Ramp-up e learning curve são processos que vão na mesma direção e devem ir à mesma velocidade; se o projeto é bom, o volume de produção é diretamente proporcional ao aprendizado da equipe e a sua maturidade   Revisão da Mão de obra e antecipação das contratações Um tema que dói é a decisão de quantos funcionários, e em que posições, e quando contratar. Dói porque é um custo grande que você antecipa, dói ver um monte de gente entrando “sem nada” para fazer; vai, porém, doer mais se as pessoas entrarem no momento do start-up sem treinamento e sem se quer conhecer os processos. Portanto não é “sem nada” para fazer, é para treinar e treinar. Treinamentos teóricos e práticos, cultura, safety, manuseio, regras, etc. Mas cuidado: exageros trazem somente cust...

Mudar porque está muito bom!

Interessante notar a reação da maioria das pessoas que conheço, com a mudança que fiz; falei com quase ninguém antes de decidir, escutei a opinião de menos ainda, e fui tão rápido que quando olharam de novo eu não estava no mesmo lugar. Quando me disseram "achei que você fosse se aposentar lá", tive certeza que minha decisão foi correta. Precisa-se de poucas razões boas para te fazer mudar; mas sempre temos muitas razões ruins para ficar. Não errei o texto e nem você entendeu errado, mesmo tendo boas e lógicas razões para sair, as poucas e fracas razões que eventualmente possamos ter para ficar, nos imobilizam. Ficar parado é a forma mais fácil de Decidir. Está errado? Não necessariamente. Errado é mudar para pior, mudar por mudar, ou mudar porque está difícil ou outras tantas razões que rimam com fuga. A melhor razão para mudar, é porque está tudo bem. Você sabia que a empresa americana Kodak inventou a máquina fotográfica digital, e decidiu não fabricá-la por...

Se Steve Jobs Trabalhasse com Logística....

Li a biografia de Steve Jobs de Walter Isaacson (o livro de capa branca). Aproveitei as férias e devorei o livro. As vezes penso que Deus parou de fabricar gênios. Há quanto tempo não temos gerações de iluminados? Se lembrarmos dos impressionistas, que de uma só vez tivemos Renoir, Degas, Monet, Manet, e Humbrant, só pra citar alguns. Quantos músicos geniais na mesma época, como Mozart, Vivaldi, Beethoven e Bach? Platão definiu a Democracia perfeita antes se quer entendermos os déspostas (que ainda nos perseguem usando um falso populismo ao sul do Novo Mundo). Lembra de quem veio depois de Picasso ou Einstein? Também não lembro. Os historiadores estarão isentos de paixões e poderão ver o que nossas frustrações e emoções não permitem, assim darão à Steve Jobs uma cadeira mais para lá ou mais para cá, no reino dos gênios. Talvez em um patamar bastante inferior aos que citei, mas o fato é que ele foi um gênio. Não só pelo fato de ter reinventado o computador, a forma como nos...